Um parasita é um microrganismo que vive sobre um organismo hospedeiro ou no seu interior e se alimenta à custa do hospedeiro.
De uma perspetiva evolutiva, os seres humanos e os parasitas conseguiram estabelecer uma relação simbiótica. No entanto, encontramos muitos destes microrganismos que podem representar nós disruptivos na interação hospedeiro-micróbios e, portanto, contribuir direta ou indiretamente para a disbiose intestinal. Neste sentido, é muito importante uma boa abordagem terapêutica que ajude a ter as ferramentas para poder detetar que tipos de parasitas encontramos.
Existem duas classes importantes de parasitas que podem provocar doenças nos seres humanos: protozoários e helmintas.
Na Teletest, ampliámos o nosso painel de espécies parasitárias no Teste de Disbiose Intestinal para uma melhor análise e avaliação dos resultados.
Novos perfis (ampliação)

Qual é a importância dos parasitas na Disbiose?
Helmintas Parasitas (lombrigas)
Os helmintas podem ser classificados em diferentes grupos, sendo os mais relevantes:
- Nematódeos (vermes redondos)
- Platelmintas (lombrigas planas)
São organismos grandes multicelulares que, geralmente, na sua forma adulta, não se conseguem multiplicar nos seres humanos, mas podem desencadear reações eosinofílicas quando migram através dos tecidos. A maioria dos helmintas desenvolve ciclos vitais complexos com parte da sua vida fora do hospedeiro humano. Em alguns casos, os helmintas enviesam a imunidade do hospedeiro para produzir respostas de tipo Th-2 que podem fazer com que o hospedeiro tenha menos probabilidades de eliminar o parasita.
Protozoário
Os protozoários são microrganismos unicelulares que, ao contrário da grande maioria das espécies de helmintas, são capazes de se reproduzir dentro de um hospedeiro, causando centenas de milhares de novos indivíduos poucos dias após a infeção inicial.
A propensão do parasita para matar a célula que invade ou erosionar o tecido que ocupa, enquanto se alimenta das nossas células, dá lugar a consequências patológicas mensuráveis que se traduzem diretamente em sinais e sintomas clínicos.
Por que é que a técnica PCR é melhor do que a microscopia?
Realizamos o teste com provas dirigidas de reação em cadeia da polimerase (PCR). A microscopia de fezes para muitos parasitas é pouco sensível para detetar infeção.
O teste de PCR é altamente sensível e pode identificar genótipos específicos, o que é importante para a deteção precoce, surtos e investigações epidemiológicas.
É notavelmente maior a percentagem de diagnósticos positivos comparado com as deteções alcançadas pelos outros métodos.
Qual é o papel da EPX na parasitose?
A proteína catiónica eosinofílica (EPX) é um marcador relevante nos resultados do Teste de disbiose intestinal, uma vez que nos indica uma infeção presente. Uma das causas em que se liberta a EPX é durante a desgranulação dos eosinófilos em diversos focos da inflamação, como resposta a infeções parasitárias.
Também pode ocorrer noutros casos sem que haja uma parasitose presente, tais como:
- Alergia alimentar
- Inflamação inespecífica na mucosa
- Colite eosinofílica
Temos disponível uma formação em vídeo para ampliar toda esta informação, que também poderão encontrar no vosso ‘Acesso profissional’ em www.teletest.es ou no nosso perfil de Vimeo
Para resolver qualquer dúvida sobre o nosso novo painel de parasitas, pode contactar-nos através do número 932.123.345 ou do e-mail consultas@teletest.es
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